Na Câmara, Felipe Maia afirma ser uma “triste realidade” RN registrar aumento de mil homicídios em 2018

Image is not available

Em audiência com Presidente da Caixa Econômica, bancada do RN discute prejuízos de cancelamento de convênio com Neoenergia

Image is not available

Em audiência com Presidente da Caixa Econômica, bancada do RN discute prejuízos de cancelamento de convênio com Neoenergia

Image is not available

No Ministério da Saúde, Bancada potiguar solicita liberação recursos para Instituto de Medicina Tropical e Núcleo Genômica da UFRN

Image is not available
Arrow
Arrow
Slider
Sábado, 18 Março 2017 18:11

Em discurso, Felipe Maia destaca a visível retomada da economia em 2017

Em discurso no Plenário da Câmara dos Deputados, nesta quinta-feira (16), o deputado federal Felipe Maia (DEM/RN) destacou a visível retomada da economia já no início de 2017. O parlamentar baseou a sua afirmativa, após a divulgação da nota de crédito do Brasil publicada pela agência Moody's, que indica que o crescimento econômico do Brasil deve ter uma recuperação importante neste ano.

“São evidentes os sinais de melhora da economia e a perspectiva de adoção de reformas estruturais pelo governo. A agência indica que os riscos que estavam refletidos numa perspectiva negativa, atualmente foram reduzidos por causa da estabilização das condições macroeconômicas do país, com a economia mostrando sinais de recuperação, queda da inflação e perspectivas fiscais mais claras”, afirma o Felipe Maia.

O deputado enfatiza ainda, que com o “Governo Federal precisa investir no Brasil”.

“Todos nós, temos que cobrar transparência e responsabilidade com o dinheiro público. O país está no caminho certo, transmitindo confiança e credibilidade para o povo brasileiro. Isso tem que se manter na aprovação das importantes reformas que foram enviadas ao Congresso Nacional, que terão papel fundamental nessa mudança de cenário, trazendo um crescimento ainda mais positivo para o Brasil”, disse o parlamentar.

Para ele, com a melhora na economia a tendência é, cada vez mais, favorecer o mercado de consumo no país.

“Em fevereiro, tivemos a quarta queda consecutiva da taxa Selic, atingindo 12,25% ao ano, mas que tempos atrás chegou a muito mais de 14%. Essa queda na taxa básica de juros, sem dúvidas, reflete na vida dos trabalhadores brasileiros, já hoje tem a possibilidade de adquirir bens e produtos com taxas de juros mais reduzidas. Um cenário bem diferente do visto no ano passado, com a crescente alta da taxa básica de juros impedindo a expansão do mercado de consumo”, acrescenta Felipe Maia.